Legislação e Ética em Jornalismo
Blog da Disciplina de Legislação e Ética em Jornalismo do 6º Período de Jornalismo da Faculdade Integrada Tiradentes - FITS - Prof. Nasson Paulo
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Jornalismo Popular como uma contribuição para a cidadania
Como podemos ver pelos exemplos dos filmes "A montanha dos sete abutres" e "Cidadão Kane", tanto o jornalismo sensacionalista como o jornalismo popular estão presentes na sociedade desde de que ouviu-se falar em comunicação de massa.
O jornalismo sensacionalista utiliza da quantidade de informação em detrimento da qualidade, utiliza de recursos gráficos e apelativos, o exagero, a linguagem baixa, destacando a violência e a futilidade humana como notícia.
E existe o jornalismo popular, que hoje se apresenta como uma necessidade para o Brasil, um pais emergente, em crescimento econômico, na qual uma classe C passa a ser predominante. Esta classe C, surgida do sucesso das políticas econômicas dos recentes governos do Presidente Lula, com melhor distribuição de renda e mais empregos, necessita de um jornalismo que tenha na sua pauta as questões da cidadania, serviços públicos a que tenha direito, como denunciar maus prestadores de serviços, enfim, existe a necessidade de um jornalismo popular, mas sem ser sensacionalista.
E nós, como futuros comunicadores, precisamos nos posicionar com relação a esses dois temas: o jornalismo sensacionalista e o jornalismo popular, pois quando estivermos no batente, precisamos nos posicionar sobre qual jornalismo queremos praticar.
Baseado nos filmes exibidos, e nos textos lidos em sala, escreva um texto comparativo entre o jornalismo sensacionalista e suas implicações éticas (A montanha dos sete abutres) e o jornalismo popular (Cidadão Kane).
Poste como comentário.
Grato pela atenção,
Prof. Nasson
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Jornalismo Sensacionalista x Jornalismo Público: pauta sensacionalista ou expansão da cidadania?
Prezados alunos,
continuando a atividade iniciada com o exibição do filme "A Montanha dos Sete Abutres" sobre do jornalismo sensacionalista, vamos discutir alguns textos sobre o tema.
Atividade 03 - Unidade II
Para esta atividade, iremos fazer uma discussão em sala sobre o texto abaixo:
Jornalismo público na contramão do sensacionalismo
Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/jornalismo_publico_na_contramao_do_sensacionalismo. Acessado em: 16/11/11
O texto trava uma discussão sobre a necessidade do jornalismo não se pautar pelas questões sensacionlistas e não se pautar por questões materiais e sim sobre temas reais de contribuição do cidadania.
É um texto bem interessante discutirmos!
Boa atividade!
Prof. Nasson
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Resenha crítica do filme "A Montanha dos Sete Abutres"
A Montanha dos Sete Abutres
Título no Brasil: A Montanha dos Sete AbutresTítulo Original: Ace in the Hole
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Duração: 111 minutos
Ano: 1951
Estúdio: Paramount Pictures
Direção: Billy Wilder
Sinopse
O filme desta atividade trata de muitos temas interessantes para a disciplina, como a ética, a verdade, a questão da fonte, a espetacularização do jornalismo. Vale a pena ver e comentar.
4) Após escrever a resenha crítica, o aluno deverá postar como comentário neste link do blog.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Seminário Ética, Jornalismo e Poder, Liberdade de Imprensa e Direito a Informação
fonte: http://novoemfolha.folha.blog.uol.com.br/images/caval.gif
Grupos de discussão sobre ética, jornalismo e poder, liberdade de imprensa e direito a informação
Esta atividade será para discutirmos textos sobre Ética, Liberdade de Imprensa e Direito a Informação
Ela esta dividida da seguinte forma:
1) Escolha um dos textos abaixo;
2) Após a escolha do tema, os alunos deverã se juntar em grupos de 2 ou mais pessoas (máximo 5)
3) O grupo deverá ler o texto e apresentar uma síntese com as principais ideias contidas no texto para apresentar na sala para discussão.
4) Esse resumo deverá ser apresentado a turma nos dias 26/10 e 28/10.
5) O trabalho deverá ser apresentado no formato Seminário. Os integantes podem utilizar outros exemplos para ilustrar o tema.
Bom seminário!
Grato pela atenção,
Prof. Nasson
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Texto 01
DIREITO À INFORMAÇÃO
O dever da liberdade
Por Eugênio Bucci
Tema: interferência do Poder Judiciário ou de alguma outra forma de controle estatal sobre o livre fluxo de idéias, opiniões e informações jornalísticas.
Fonte: Observatório da Imprensa
Integrantes:
1. Leo
2.Simony
3. Ellen
4. Cláudia
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Texto 02
PRINCÍPIOS DA GLOBO/JORNALISMO E PODER
O mais importante é o que não foi dito
Por Carlos Castilho
Tema: Os dilemas morais e a crise de valores do jornalismo contemporâneo não são tanto problemas da atividade per se, mas a consequência do fato dela ter sido incorporada como peça obrigatória no jogo de poder, o que gerou um delicado problema moral para a imprensa. Ela precisa ser independente para poder ter uma credibilidade que a capacita a atrair publicidade paga que financia o negócio da comunicação.
Fonte: Observatório da Imprensa
Integrantes:
1.Lituany
2. Karen
3. Josuel
4. Arconço
5. Ismélia
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Texto 03
Jovens jornalistas: criados com os lobos
Por Luis Nassif
Tema: jovens jornalistas que tiveram a imagem afetada no alvorecer de suas carreiras, por conta de métodos inescrupulosos empregados em suas reportagens.
Fonte: Luis Nassif Online
Integrantes:
1. Elisio
2. Clay
3. Rosinei
4. Maria Luciana
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Texto 04
MARCO REGULATÓRIO
O direito à informação pública
Por Paula Martins e Arthur Massuda
Tema: informações e dados produzidos para a promoção do interesse público devem circular livremente.
Fonte: Observatório da Imprensa
Integrantes:
1. Mylena
2. Joana
3. Vitor
4. Dayane
5. Cleusa
6. Paulo
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Seminário Objetividade e Imparcialidade no Jornalismo
Depois de abordarmos a questão da importância da verdade no jornalismo, da busca de uma verdade construída a partir de pequenas verdades (as fontes), e a necessidade de utilizar critérios éticos (bem representada no filme O Preço da Verdade), vamos ver agora a visão do outro lado, de quem publica, e a possível censura ao material produzido. Nesse sentido, vamos trabalhar agora a noção de objetividade e a imparcialidade no jornalismo.
Segundo Costa (2009), não existe jornalismo, da maneira como a sociedade o conhece desde o nascimento dessa indústria, sem censura, a escolha. A censura está implícita, portanto, em qualquer momento do jornalismo. Cada veículo adota critérios, que no horizonte da verdade, lhes parecem mais adequado. Por exemplo, ao publicar tudo por ordem de chegada, mostrando os dois lados da história, consideram estar livre de qualquer ato de julgamento do conteúdo ou censura. E dessa forma, nasce a imparcialidade e a objetividade no jornalismo.
Um pouco mais da história de como nasceu essa imparcialidade no texto podemos entender com a leitura do texto da atividade abaixo.
Atividade 06
Esta atividade objetiva estudar os conceitos de imparcialidade e objetividade no jornalismo, e está dividida da seguinte forma:
1. Leitura do texto da pág. 155 à 157 (o texto será entregue na sala pelo professor)
2. A turma se dividir em 5 equipes para discutir as 5 tipos de aplicações da objetividade (texto da pág 157 à 163):
Grupos:
Grupo 1: Objetividade aplicada à reportagem factual
Integrantes: Lituany, Ismélia, Josuel, Karen e Arconço
Grupo 02: Objetividade aplicada ao jornalismo informativo
Integrantes: José Elísio, Maria Luciana, Clay e Rosinei
Grupo 03: Objetividade não se aplicaria à coleta de informações
Integrantes: Dayane, Joana, Vitor, Mylena, Cleusa
Grupo 04: Objetividade não se aplicaria à produção de reportagens
Integrantes:
Grupo 05: A área de aplicação da objetividade seria limitada e a conclusão
Integrantes: Simoney, Ellen e Cláudia
3. O grupo deverá ler o texto e preparar um seminário para o dia 21/09 e 23/09. Na próxima quarta-feira, 14/09, os grupos deverão se reunir para definir a divisão de tarefas para o trabalho. É interessante utilizar outros exemplos ou fontes além do que o professor passou. Esta atividade valerá 3 pontos, e comporá, junto com as outras atividades, a nota final da disciplina.
4) Ao término do seminário, o grupo deverá enviar o arquivo do trabalho ao professor. O resultado do seminário deverá ser postado no blog da disciplina.
Boa atividade!
Prof. Nasson Paulo
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Resenha crítica do filme O Preço de Uma Verdade - 2003
30 de outubro de 1938, véspera de Halloween. A rádio norte-americana Columbia Broadcasting System, depois de transmitir as previsões meteorológicas, segue com a parte musical, quando um locutor interrompe repentinamente a programação: "A CBS interrompe seu programa para anunciar aos ouvintes que um meteoro de grandes dimensões caiu em Grovers Hill, no estado de Nova Jersey, a algumas milhas de Nova York."
Posteriormente, entra um repórter narrando algo que deixaria os ouvintes com os nervos a flor da pele. Seres de outro planeta com enormes tentáculos saíram aos montes do fragmento disparando raios para todos os lados atingindo fatalmente o enviado especial.
A histeria tomou conta da população. Milhares de pessoas abandonaram suas casas à procura de um lugar seguro. Para piorar a situação, os extraterrestres lançaram um gás mortífero no ar ferindo o locutor da rádio que não resistiu e morreu. Em seguida, ele voltou a anunciar: "Vocês acabaram de ouvir a primeira parte de uma irradiação de Orson Welles, que radiofonizou a obra de ficção A guerra de dois mundos, do famoso escritor inglês H. G. Wells."
Toda essa famigerada "brincadeira" rendeu ao criativo cineasta Orson Welles fama internacional. Ele pôde colher os "louros" com seu filme de estréia Cidadão Kane (1941) sobre um magnata da imprensa norte-americana, considerado um dos melhores filmes da história do cinema.
Glass recebeu notoriedade no mundo jornalístico por galgar posições em pouco tempo de atuação na imprensa norte-americana. O currículo do jornalista contava com colaborações para as revistas Harper's, George e Rolling Stones, além de ter sido editor-associado da conceituada revista de política e atualidades The New Republic por três anos (1995-1998).
Telhado de vidro
A média etária dos redatores e editores da revista era de 26 anos, Stephen Glass era o mais jovem de todos. Apesar da pouca idade, seu aparente profissionalismo e o indiscutível senso criativo que o acompanhava em quase todos os textos, o fizeram ser respeitado no veículo de comunicação. Até que uma pedra, atirada por ele mesmo, atingiu seu telhado de vidro.
Em uma das reuniões de pauta do periódico, Glass apresentou uma sugestão que daria fim à farsa por ele montada. A reportagem "O Paraíso dos Hackers" relatava a história de um adolescente de 13 anos que invadiu o sistema de segurança de uma grande empresa de softwares que, logo após ser descoberto, foi convidado a trabalhar para a empresa na qual o garoto só aceitaria a proposta mediante exigências absurdas, como, por exemplo, assinaturas de revistas pornográficas.
Minuciosamente, o jornalista forjava até as próprias anotações despistando as checagens das fontes. Mas o repórter Adam Penenberg, da Forbes Digital, com o orgulho ferido pela cobrança do seu chefe por não cobrir o evento ilusório, decide por conta própria investigar a história.
O desmascaramento foi inevitável. Rendendo, inclusive, uma minuciosa investigação sobre os trabalhos feitos por Glass para Republic. Resultado: das 41 histórias publicadas, 27 foram parcialmente ou integralmente inventadas por Stephen Glass.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Jornalismo e Representação
A atividade de hoje é para abordar a questão do Jornalismo e Representação.
Antes de iniciá-la, vamos levantar alguns trechos do texto:
O comunicador não é um pintor
A dúvida, a liberdade de expressão e a representação andam juntas no caminho da comunicação, do ato de comunicar.
Para alguém se entender ético, requer-se a dedução reflexiva no sentido de achar que se escolhe bem nas situações de escolha.
Sem o primeiro movimento, a dúvida, não existe a pergunta que pode encaminhar qualquer jornalista, qualquer comunicador, à possibilidade de representação.
O comunicador não é um pintor, apesar de estar submetido à mesma teia de complexidades.
No uso da sintaxe e das imagens ele vai trabalhar com representações de outrem, e, a partir daí, tratar sua representação, que será no entanto, a representação da representação - por mais que ele pense estar mirando o horizonte da verdade.
Após a leitura dessas considerações, vamos a atividade:
a) Leia o texto de COSTA, 2009, p. 46 à 49. Representação da Representação.
b) Após a leitura do texto, faça um comentário sobre as duas questões abaixo:
1. Porque um jornalista nunca conseguirá uma representação pura?
2. Porque não há na comunicação uma forma possível de representação sem o uso de outra representação?
Verdade e Jornalismo - parte 02
Prezados alunos, esta atividade se divide em duas partes:
1) Leitura do texto da “Verdade” (COSTA, 2009, p. 21-24)
2) Após a leitura do texto, responda as questões abaixo:
Baseado no texto, descreva de forma resumida os conceitos de verdade abaixo:
Concepção do ver-perceber - nesta concepção, o verdadeiro estaria nas próprias coisas, conhecer seria ver e dizer a verdade. Opostos: o não oculto, não dissimulado x falso, escondido, dissimulado.
Concepção do falar-dizer - na concepção falar-dizer, as coisas e os fatos são reais ou imaginários; os relatos sobre eles é que são verdadeiros ou falsos. Opostos: mentira ou falsificação
A verdade não se refere às próprias coisas e aos próprios fatos (como acontece com a concepção ver-perceber), mas ao relato, ao enunciado, à linguagem.
Concepção do crer-confiar - na concepção crer-confiar as pessoas e Deus são verdadeiros.
A concepção de verdade corrente seria uma junção dessas três fontes: a verdade para nós tem a haver com as coisas presentes, com os fatos passados contados pela palavra, pela linguagem, e às coisa futuras.
Outras concepções existentes:
Concepção pragmática - Nesta concepção, verdadeiro seriam os resultados, verificados após experimentação e pela experiência.
verdade absoluta - Nesta concepção, um juízo é verdadeiro ou falso independente das circunstâncias. Só pode ser verdadeiro um conhecimento total, o conhecimento completo, isto é, o que fosse eterno ou imutável.
verdade relativa - na verdade relativa, um juízo é verdadeiro ou falso dependentemente das circustâncias, do contexto, do momento. A verdade sempre será parcial, incompleta. A verdade seria variável a medida em que se desenvolve o nosso conhecimento do objeto determinado.
Qual o conceito de verdade que pode auxiliar no jornalismo?
A verdade histórica, por fazer parte de um processo de uma realidade cuja objetividade também é relativa, porque tudo é processo, pode ajudar na questão da verdade no jornalismo.
ATIVIDADE 04
Poste um comentário sobre este aspecto da verdade histórica auxiliar o jornalismo na construção da notícias, a partir das concepções apresentadas, e opine sobre esta questão da verdade e jornalismo.
Para entender um pouco mais:
Se o conhecimento é um processo, então a verdade é um processo.
A verdade como um devir: juntando as verdades paciais, o conhecimento acumula o saber, tendendo, num processo infinito, para verdade total, exaustiva e, nesse sentido, só nesse sentido, absoluta.
Considerar a verdade histórica, como uma verdade parcial, incompleta, nesse sentido, relativa, com o conhecimento ideal que produz o saber total.
A verdade histórica, se bem que relativa, é sempre uma verdade objetiva na medida em que reflete, representa, a realidade objetiva.
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Essas observações colaboram na problematização da verdade, e na necessidade de entender os conceitos relativos a construção da verdade, pois a verdade está ligada à questão da objetividade, e no jornalismo, o deadline, a pressão que o tempo exerce, nos faz tomar decisões que são irreversíveis.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Verdade e Jornalismo
Verdade e Jornalismo
Não há como estudar a ética sem estudar a questão da verdade. Existem vários conceitos de verdade. Segundo Costa (2009):
Aristóteles: verdade = concordância
Heidegger: verdade = só o conhecimento é verdadeiro
Além desses filósofos, podemos ver o tema da verdade também na poesia:
A verdade dividida, de Carlos Drummond de Andrade
A porta da verdade estava aberta
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.
Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só conseguia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.
Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia os seus fogos.
Era dividida em duas metades
diferentes uma da outra.
Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era perfeitamente bela.
E era preciso optar. Cada um optou
conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia.
A partir da leitura do poema, responda a
Qual questão sobre a verdade o poeta quis levantar no seu poema?
R: Poste sua resposta como comentário.
O poema será discutido em sala, após a atividade.
Boa atividade!
Prof. Nasson
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
A ética que não se cumpre - Atividade 02 - 10/08/11
como comentei com vocês, nosso objetivo nessa disciplina é estudar como o jornalismo está sendo feito, para percebemos a ética, ou a falta dela na prática jornalística.
Então, vamos lá a atividade.
Atividade 02
Vejam o vídeo abaixo:
Esse vídeo mostra como as Organizações Globo, lançam um código de ética, e no mesmo dia o descumprem.
Leiam a parte do código de conduta que trata desse tópico:
SEÇÃO I
OS ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE QUALIDADE
(Ler a Seção I, da letra A a Z)
http://g1.globo.com/principios-editoriais-das-organizacoes-globo.html#secao-1
E responda a pergunta abaixo:
Em qual item do seu código de conduta a Rede Globo descumpriu na prática dessa reportagem?
Obs.: Explique a sua escolha do princípio descumprido, descrevendo o porque de sua resposta, e o que você acha dessa atitude da Rede Globo. Poste como um comentário abaixo no link "Posta comentario."
O assunto deverá ser discutido em sala após a realização da tarefa.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Ética nas redes Sociais - ATIVIDADE 01
Acessem o link o link do texto:
http://g1.globo.com/platb/geneton/2011/07/28/um-caso-exemplar-quem-disse-que-internet-e-terra-de-ninguem-quem-disse-que-internautas-podem-publicar-agressoes-gratuitas-a-justica-diz-que-nao/
Após a leitura do texto, escrevam uma resenha crítica sobre ética nas Redes Sociais, com no mínimo 10 linhas. O texto será discutido em aula após a atividades.
Boa atividade!
Prof. Nasson
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Poste aqui um comentário, com sua análise crítica do texto.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Aula de Legislação e Ética em Jornalismo – 29/07/11
Conceitos
Vem do grego- Ethos
Em latim ethica
Moral – latim moralis, moris
Hábitos
Costumes
Valorer
Cuidado de si
Conhece a si
Moral = tradução latina de ética
Ética – problematização de valores – criação de valores universais
- Ética pertence a ação humana
- o valor sem ação é coisificação
- a questão do aborto: conflito entre a ética de uma sociedade e a ética individual
- ética do dever – séc. XVIII pra cá – imperativo hipotético, imperativo categórico – a pessoa faz se achar de deve fazer
- o dever é elaborado por um vontade racional (Kant)
- agir pelo desejo não é da vontade
- a vontade vem do racional
Ética – ciência da conduta, trata dos conceitos que envolvem o raciocínio prático, como o bem, a ação correta, o dever, a obrigação, a virtude, a liberdade, a racionalidade, a escolha
Com passar do tempo, com a vulgarização, operada pelo entendimento comum, é possível entender em que medida a ética se diferencia da moral:
Ética - se amalgamou à questão particular, privada,
Moral – a questão pública, universal. Ambos os conceitos andam juntos e um não vive sem o outro.
Vídeos para assistir:
Filosofia explica o que é a Ética - Mario Sergio Cortella
http://www.youtube.com/watch?v=L_V0Y0lFJUs&feature=related
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Ética no jornalismo (entrevista Caio Túlio Costa)
http://www.youtube.com/watch?v=dTuED6yYg5E
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Heródoto barbeiro fala sobre ética jornalistica
http://www.youtube.com/watch?v=iFzb9UT4B50&feature=related
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